As operações mais efetivas dos últimos anos em Santa Catarina têm um ponto em comum. Elas começaram muito antes da abordagem na rua, em análises de dados e cruzamento de informações.

O uso de leitores de placas, câmeras integradas e bancos de dados compartilhados mudou a lógica do patrulhamento. A presença ostensiva continua necessária, mas deixou de ser a única ferramenta.

O desafio agora é de gestão. Tecnologia sem equipe treinada para interpretar o que ela produz vira custo, não resultado.

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